180 Terapias Acores

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Divórcio, Terapia de Casal e Mediação Familiar


“Se o divórcio num casal sem filhos corresponde sempre a um momento difícil, as dificuldades aumentam quando há descendentes. Por isso, os problemas do pós-divórcio e as questões da coparentalidade são muitas vezes alvo de intervenções no campo jurídico e psicossocial.
Em algumas situações, é possível intervir cedo, o que é aconselhável. Uma terapia de casal pode permitir m novo olhar sobre o relacionamento marital e potenciar alternativas. A terapia de casal de orientação sistémica, tal como a praticamos na Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, não visa evitar o divórcio. Fornece um contexto que torna mais fácil a decisão, qualquer que ela seja. Noutras situações, a intervenção terapêutica pode ser individual.
No momento da crise e quando existem filhos, a mediação familiar constitui uma boa indicação. Introduzida em Portugal por Maria Saldanha Pinto Ribeiro nos anos oitenta (em conjunto com técnicos de diversa formação, entre os quais eu próprio), não teve, infelizmente, toda a evolução esperada. (…)
Era fundamental que todos os casais em divórcio soubessem que a mediação familiar foi criada não só com a intenção de ajudar a resolver disputas legais mas também com a finalidade de importante intervenção preventiva, para melhorar a coparentalidade e contribuir para uma boa evolução das crianças no pós-divórcio.
Em certos países, o próprio tribunal interrompe a acção legal e recomenda a mediação, voltando o juiz a intervir depois do acordo alcançado. Embora não existam estudos sistemáticos sobre a eficácia da mediação, muitos exemplos atestam a sua utilidade em casos de divórcio. Em Portugal, dado o grande número de incumprimentos e casos que se arrastam durante anos sem resolução à vista, a generalização da mediação familiar seria uma boa medida.”




A equipa do 180 tem o prazer de partilhar convosco este excerto do livro de Daniel Sampaio, “Labirinto de Mágoas”, por duas razões. Em primeiro lugar, porque os nossos terapeutas familiares, sendo também formados na Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, partilham a visão deste autor no que se refere à terapia de casal. Em segundo, porque acreditamos que a mediação familiar é um recurso importante para as famílias que se encontram emaranhadas em conflitos, sobretudo nas situações de divórcio/separação, o que nos levou a criar um serviço de mediação familiar privado, resposta esta que, tanto quanto sabemos, é pioneira na região dos Açores.
Publicada por 180 Terapias Acores à(s) 07:07 Sem comentários:
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Workshop de Trabalho Corporal para Casais


Quando a rotina, as obrigações, os filhos, o dia-a-dia se “apoderam” da vida, por vezes deixamos o desejo e o desfrutar para segundo plano, para depois das “coisas importantes”. Podemos ter caído no conto do “ Felizes para Sempre” e supor que a paixão que nos uniu seguirá para sempre. Isto não é assim. O desejo e a paixão, pela sua própria definição são efémeros. Requerem atenção e cuidado.

Através de técnicas de expressão corporal trabalharemos para expandir a consciência do “Nós”, melhorar a sensibilidade e a percepção, superar a inibição. Experimentaremos a afectividade e sensualidade no movimento e no jogo. Tratarmos de discriminar o que necessito, o que posso pedir e esperar do outro.

Procuraremos melhorar a comunicação, o contacto e a capacidade de vinculação.

Não perca a oportunidade de participar neste workshop com o seu parceiro/a com o objectivo de desfrutar do corpo, optimizar o prazer, a confiança, a intimidade e a comunicação no casal. 
Faça já a sua inscrição enviando um email ao 180.acores@gmail.com


Publicada por 180 Terapias Acores à(s) 09:03 Sem comentários:
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Workshop de Constelações Familiares


Para aquelas pessoas interessadas em conhecer a metodología das Constelações Familiares, o 180 Terapias Acores oferece a possibilidade de participar num workshop onde conhecerá as diferentes temáticas tratadas desde esta perspectiva.

As Constelações Familiares são um tipo de Psicoterapia Sistémica Familiar desenvolvido pelo Bert Hellinger (psicoterapeuta alemão), onde se cria "esculturas vivas" reconstruindo a árvore genealógica, o que permite localizar e remover bloqueios do fluxo amoroso de qualquer geração ou membro da família.
Muitas das dificuldades pessoais, assim como problemas de relacionamento são resultados de confusões nos sistemas familiares. Esta confusão ocorre quando incorporamos em nossa vida o destino de outra pessoa viva ou que viveu no passado, de nossa própria família sem estar consciente disto e sem querer. Isto nos faz repetir o destino dos membros familiares que foram excluídos, esquecidos ou não reconhecidos no lugar que pertencia a eles.
Não perca a oportunidade de participar neste workshop, envie já a sua inscrição ao nosso email 180.acores@gmail.com

Publicada por 180 Terapias Acores à(s) 08:55 Sem comentários:
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

"Sexualidade e (In)Satisfação Conjugal - Dois lados da mesma realidade?"





"Habitualmente os casais são confrontados por um conjunto de questões nesta área, muitas vezes condicionados pelas crenças que foram interiorizando ao longo do seu percurso de vida, mas também por um conjunto de informação que é transmitida erroneamente através de mitos e tabus associados a esta temática, bem como pelos significados que são valorizados pela nossa sociedade. Existe uma influência sócio-cultural nesta área, o que condiciona aquilo que o casal espera um do outro. Esta situação pode acabar por afetar o casal, fazendo-o viver a sexualidade com alguma tensão. É importante ter em conta que cada casal deve construir as suas próprias regras neste campo: não existe o certo ou o errado desde que os dois elementos estejam satisfeitos e confortáveis na prática sexual, podendo esta ser divergente da de outros casais.

A Sexualidade assume um papel essencial nas relações conjugais, sendo umas das componentes com grande impacto no bem-estar do casal. 

Considera-se que a satisfação sexual está estritamente relacionada com a satisfação geral na relação, sendo que os factores que condicionam a insatisfação sexual são divergentes para ambos os sexos. 
O sexo feminino, no âmbito da sexualidade, valoriza aspetos como o amor, afeição e carinho, para que a relação sexual seja satisfatória. Enquanto, que para o sexo masculino, a frequência e a variedade de atividades sexuais são habitualmente os fatores mais importantes. Estes elementos podem provocar conflitos entre o casal por existirem necessidades diferentes para os dois e divergentes formas de expressão das mesmas. 
Assim é necessário que sejam comunicados e partilhados pelo casal, de modo a que possam fazer negociações, para que ambos se sintam preenchidos e satisfeitos nesta área. 

É importante ter em conta que a sexualidade no casal não é desprovida da componente afetiva, sendo que aspetos que provocam desagrado na relação podem provocar o desencantamento e, consequentemente, o afastamento de um dos elementos, ficando comprometida a intimidade do casal. 

A sexualidade deve ser encarada como um elemento fundamental de partilha e intimidade, onde se conjugam os afetos, as fantasias, as aspirações, compromisso e investimento, sendo a junção destes fatores uma importante fonte de manutenção do relacionamento, produzindo um cocktail de harmonia e satisfação conjugal.

Homens e mulheres funcionam de forma diferente, valorizando diferentes aspectos da sexualidade,  o que não tem que ser necessariamente um obstáculo na relação. A forma como os homens sentem e expressam amor pelas suas companheiras está estritamente interligado ao relacionamento sexual. Durante o ato sexual ele está mais disponível para dar e receber amor. Assim, se perante a sua iniciativa de iniciar a relação sexual a mulher recuar, geram-se sentimentos de rejeição, sendo este um dos grandes desafios para relação, isto é, gerir os tempos de cada um e os significados que são atribuídos por ambos no que se refere a essa situação. Quando a parceira vai continuamente recusando as investidas do companheiro, sem qualquer tipo de explicação, pode surgir, devido aos pensamentos e sentimentos não expressos, afastamento da parte do homem e até mesmo perda de desejo em relação à mesma, pois sempre que é recusada a atividade sexual, o homem tem que suprimir o seu desejo. Se esta situação acontecer repetidamente, o desejo vai sendo suprimido automaticamente, gerando um grande desgaste para o mesmo. O mesmo acontece com a mulher, quando sente que as suas necessidades de afeto, de atenção não são respeitadas vai-se progressivamente afastando, ficando menos receptiva ao ato sexual. Mas como este aspeto não é partilhado com o companheiro vão-se gerando mágoas e ressentimentos, ficando comprometido o relacionamento, mesmo nas outras áreas. Neste caso, quando não há o compromisso de comunicar com o outro as suas necessidades ou quando não há disponibilidade para entender aquilo que o outro precisa, pode-se estar a criar espaço para que outros os encantem, podendo surgir as relações extraconjugais como fonte de satisfação dos desejos sexuais que são reprimidos ou não satisfeitos na relação actual, mesmo que possa estar preservado o sentimento pelo outro. Estas situações podem mesmo gerar rupturas conjugais, pois um dos elementos do casal pode sentir que as suas necessidades não são consideradas importantes pelo outro. Para além disso, a existência de outros problemas conjugais, ao não serem resolvidos afeta a vida sexual do casal. Assim, é necessário existir um investimento das duas partes para melhorar a relação sexual, não descurando as necessidades do outro, bem como tentar perceber e resolver os outros problemas ou dificuldades que estão a ter repercussões no bem-estar do casal.
As disfunções sexuais podem surgir associadas à própria disfuncionalidade da relação, originando ou reforçando um problema sexual existente. Quando surge um destes problemas é necessário procurar ajuda médica, para perceber se existe uma causa biológica, sendo necessário o tratamento medicamentoso, mas também analisar se a disfunção tem uma causa psicológica ou se é provocada pelo stress, cansaço, estilo de vida, entre outros. 

A Terapia de Casal pode permitir melhorar a comunicação do casal, ultrapassando grande parte dos bloqueios que estão associados à atividade sexual, facilitando a construção e a definição da sua sexualidade, aumentando a satisfação e, consequentemente, potenciando uma maior aproximação do mesmo. Para além disso, com o evoluir da relação, o desejo sexual pode ir diminuindo, contaminado pela rotina do casal, pelo nascimento dos filhos e pelo rol de exigências que vão surgindo na vida de cada um, sendo por isso importante que o casal continue a investir na relação e que reconquiste a atração. 
A Terapia de Casal pode facilitar este processo de descoberta de si próprio e do outro, permitindo derrubar o muro do silêncio e do ressentimento que se pode ir construindo entre os elementos do casal. "

 Sónia Ferreira,  Psicóloga Clínica e Terapeuta de Casal


Publicada por 180 Terapias Acores à(s) 08:38 Sem comentários:
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

“Parabéns a você, nesta data querida…”, enquanto cantava os parabéns numa festa de aniversário, dei por mim a pensar na importância de estar ali, de partilhar esta celebração com quem me rodeava e no significado que esta celebração, como aliás tantas outras têm para nós enquanto indivíduos, família e sociedade.
Os aniversários, os casamentos, os batizados, as comunhões, o Natal, a Páscoa, são algumas das celebrações que vivenciamos nas nossas vidas. Destacam e ressaltam acontecimentos positivos, promovem a união e sentimento de pertença de quem neles se integra e como tal são rituais estruturantes e que contribuem para o nosso desenvolvimento e bem estar.
Mas, serão só estes os rituais a destacar nas nossas vidas? Que importância têm os rituais?

“Os rituais, segundo Imber-Black & Roberts (1992), são ritos simbólicos, que auxiliam os indivíduos a fazer um trabalho de relacionamento, mudança, cura, crença e celebração. Partindo dessa estruturação, podemos dizer que os rituais familiares são actividades sociais simbólicas, repetitivas, altamente valorizadas, as quais transmitem os valores duradouros, as atitudes e os objetivos da família.
A maioria dos pais tem agendas sobrecarregadas e pouco tempo disponível para engajar-se em rituais com os filhos. Almoçar, jantar, tomar o café da manhã, ler uma história ao ir para a cama, enfim, situações cotidianas, altamente ritualizadas em épocas não muito antigas, não existem mais. Na maioria das famílias, os pais não estão mais disponíveis no horário de refeições. Quando chegam em casa, os filhos já foram dormir.
O que os rituais trazem de tão importante, além do convívio?
Os rituais são altamente simbólicos, não importa se parecem tão comuns, como escovar os dentes. O valor do ritual está justamente na sua inserção em um contexto simbólico, isto é, algo que tenha um significado muito mais profundo do que o simplesmente objetivo e observável. Os rituais familiares são tão privados a cada grupo familiar porque possuem significados diferentes, dependendo dos contextos diversificados das pessoas que os utilizam.
Existem vários tipos de rituais:
a) Rituais de celebração: homenageiam situações que foram bem-sucedidas ou simplesmente expressam amor e carinho. Eles comemoram o que é positivo e permitem uma conexão dos indivíduos com um senso de humanidade através do tempo, favorecendo as lembranças felizes. Rituais desse tipo são os aniversários, nascimentos, casamentos, promoções, aquisições pessoais significativas etc.
b) Rituais de libertação: rituais que permitem desvencilhar os indivíduos de emoções dolorosas, favorecendo um senso de proximidade e de compartilhar. Rituais de libertação podem ser utilizados para perdoar os outros, reconciliar diferenças, lidar com luto e recobrar-se de eventos traumáticos.
c) Rituais de transformação: importantes quando os indivíduos mudam para fases diferentes de vida, auxiliando a terminar situações e iniciar novas. Rituais desse tipo estão presentes em sociedades que celebram a passagem da adolescência para a idade adulta.
Quanto às suas funções dentro da família, em primeiro lugar, os rituais permitem estabelecer um senso de estabilidade. Todas as famílias experimentam situações de crise ou estresse, e os rituais têm a capacidade de prover as famílias com estabilidade durante esses períodos.
Os rituais também trazem uma identidade familiar, pois são ocasiões em que os membros da família transmitem valores familiares e crenças, reforçam a herança familiar e reconhecem mudanças na família, além de criar sentimentos de pertencer ao grupo.
Além disso, permitem a socialização: os rituais familiares são experiências de socialização
entre os membros da família, para que as famílias possam transmitir informações culturais e normativas, assim como valores e crenças através das gerações. Por exemplo,rituais lingüísticos, como ensinar a criança a dizer “por favor” e “obrigado”.
Os rituais familiares são estabilizadores da família e, embora haja pouca evidência de que exista influência dos rituais sobre o desenvolvimento, há suficientes provas de que as rotinas diárias e os rituais estão relacionados com o funcionamento psicossocial.
As famílias apresentam vários graus de ritualização e eles se modificam muito quanto ao simbolismo, emoção e significado afetivo relacionados.
É essencial que as famílias mantenham seus rituais através do tempo, mas não significa que esses tenham de permanecer os mesmos. Aqueles rituais que falham em adaptar-se às necessidades familiares perdem o sentido e tornam-se vazios. Quando isso ocorre,os rituais perdem seu simbolismo, e os membros da família celebram eventos com um senso de “obrigação”.
Assim, os rituais são eventos dinâmicos, que devem responder às necessidades de
mudança da família, para que perdurem no tempo.”
                                                                              Geraldo A. Fiamenghi Rituais familiares: alternativas para a reunião das famílias


Elisabete Gomes
Publicada por 180 Terapias Acores à(s) 08:25 Sem comentários:
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Alienação Parental


Hoje deixamos aqui o link do vídeo promocional do documentário Indizível - A alienação Parental em Portugal. Pretendemos assim alertar e sensibilizar para o tema.


Tal como se explica no texto do vídeo, alertamos para o facto de todos os testemunhos serem de pais, sexo masculino, o que reflete a opção de quem fez o documentário, pois a alienação parental pode ser perpetuada por mães, pais, avós ou outros familiares.

http://vimeo.com/12489169
Publicada por 180 Terapias Acores à(s) 06:56 Sem comentários:
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

FÉRIAS

“Sempre me fascinou ver como as pessoas vão a pouco e pouco encarando de forma diferente as férias. Desde logo quase todos passamos a só gozar as grandes, mas de tal forma encolhidas e isoladas que o adjectivo deixa de se justificar, são as férias e ponto final. Se a duração é menor, a possibilidade de escolha torna-se quase nula. Os estudos dos garotos ditam a sua lei e empurram-nos inexoravelmente para julho ou agosto (…).
E depois existe o subsídio de férias já destinado, a necessidade de articular as férias de ambos os pais, o problema de como ficam os avós. (…) Recompondo-nos física e mentalmente após um ano de trabalho, permitirão cumprir um sonho adiado há onze meses – a família estar em família.
A profissão ensinou-me a ser comedido. No princípio do Verão ouço com frequência discursos de esperança, “talvez nas férias…”Aconteça o quê? Um casamento fracassado se recomponha, o silêncio com os miúdos dê lugar a conversas fáceis, o futuro não se perfile igual ao presente, ambos tão distantes do que o passado prometia. E às vezes os pedidos são atendidos, as pessoas regressam reconciliadas com o mundo em geral e o seu nicho ecológico em particular (…). Às vezes…porque também surgem outras surpreendidas, não só os problemas não se resolveram como até pioraram.
As férias colocam-nas em situações que amiúde foram evitadas - consciente ou inconscientemente – ao longo do ano. É verdade que a vida é dura e apressada, mas por vezes os silêncios, as ausências, os pseudodiálogos através da novela, da prestação da casa e das notas dos miúdos reflectem uma distância entre as pessoas que surge de dentro para fora e não no sentido inverso. Nesses casos as férias tornam-se angustiantes, os outros ali tão perto, 24 horas por dia, disponíveis, oficialmente o vento está de feição e no entanto o casal ou toda a família permanecem incapazes de evitar os baixios; encalham.  
Mas sempre deixo uma pista, tão simples que aceitarei de bom grado o rótulo de discípulo de La Palisse: as férias agradáveis “preparam-se” ao longo do ano.”

Júlio Machado Vaz

“Conversas no Papel”   
Publicada por 180 Terapias Acores à(s) 10:58 Sem comentários:
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180 Terapias Acores é um grupo de profissionais credenciados que se juntou com objectivo de intervir na mudança de atitudes e comportamentos, promovendo o crescimento e desenvolvimento psico-social de indivíduos, casais, famílias e outras organizações humanas.

Áreas de Intervenção

Terapia Familiar *

Terapia de Casal *

Psicoterapia Individual *

Mediação Familiar *

Terapia Sexual *

Coaching *

Formação *


* Ver informação detalhada a seguir.

Equipa Técnica

Carolina Teves

Elisabete Gomes

Joana Barros

Joana Vasconcelos

Margarida Oneto

Natalia Bautista

Ruben Santos



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Exponha a sua situação para o email: 180.acores@gmail.com e ajudá-lo-emos, gratuitamente, a tomar a melhor decisão. Confidencialidade absoluta.

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TERAPIA FAMILIAR E DE CASAL


Acompanhamento de famílias e casais em situações de crise, conflito e insatisfação relacional, que pretendam uma alteração nas suas dinâmicas relacionais, comunicacionais e estruturais.

Áreas de intervenção:

Conflito familiar/conjugal; Crise familiar / conjugal, Infidelidade, Intimidade /sexualidade, Separação/divórcio, Relação pais/filhos, Adopção, Familias reconstituidas, Saúde mental, Luto, Intervenção familiar na doença crónica e Transições de etapas de ciclo de vida

PSICOTERAPIA INDIVIDUAL


Acompanhamento psicoterapêutico que visa a promoção de estratégias e recursos com vista ao bem-estar
psicológico, emocional e relacional, potenciando o auto-conhecimento.

Áreas de intervenção:

Ansiedade e depressão; Stress, Fobias, Instabilidade emocional, Perturbações ao nível da saúde mental, Desenvolvimento pessoal, Luto, Dificuldades relacionais, Divórcio e Burnout



MEDIAÇÃO FAMILIAR


Processo voluntário de gestão ou resolução positiva de conflitos, em que um terceiro elemento imparcial e neutro, o mediador, ajuda as partes a chegar a um acordo consensual.



Áreas de intervenção:



Situações de separação ou divórcio, nomeadamente no que se refere a:



Guarda e custodia dos filhos; Distribuição dos bens; Pensão de alimentos; Educação, saúde e ócio dos filhos; Gastos ordinários e extraordinários; Regime de visitas; Como falar da separação aos filhos; Relações pais-filhos e Conflitos familiares.

Terapia Sexual

No 180 Terapias acreditamos que a sexualidade é uma parte muito importante da nossa identidade. Por isso temos na nossa equipa uma terapeuta sexual credenciada, que poderá ajudar nas diferentes disfunções sexuais. Visite o nosso blog 180sex.

Áreas de intervenção:

Desejo sexual hipoactivo, Anorgasmias, Vaginismo, Disfunção erectil, Ejaculação precoce, Orientação sexual do desejo...

COACHING


Intervenção sistémica dirigida a pessoas, grupos e organizações, que promove aprendizagens ao nível do desenvolvimento profissional, levando a uma maior satisfação pessoal e laboral.

Áreas de intervenção:

Gestão de conflitos; Liderança, Trabalho em equipa, Comunicação, Relações interpessoais, Burnout, Team building

FORMAÇÃO


- Curso(s) de formação no modelo de Intervenção Sistémica acreditado pelo Centro de Terapia Familiar e Intervenção Sistémica.

- Workshops

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